sábado, 7 de maio de 2011

Campeoato de B.boys em Lorena- Sp



Apesar de Lorena ser uma cidade pequena, representa muito bem o breakdance, juntando a galera mais antiga com os discípulos a cultura vai se fortalecendo.
Hoje pude presenciar um Campeonato de b.boys, (no qual não pude participar :( ), que avaliava o potencial individual de cada b.boy, ou seja top rock, footwork e movimentos, e nele participaam os b.boys: Kevin, Morcego, Geovany,Green,Maninho, André, Cris, João, Alisson, Luan, Thales e Paulinho.
Com os Jurados Vermelho e Lucas que foram integrantes da legendária crew de Lorena "Onix Crew", o campeonato correu muito bem com breakbeats old school e
os de hoje.
Os campeões foram B.boy Kevin, Alisson e Green



































































Por Bruna Umberto
Twitter: BruUmberto


quinta-feira, 5 de maio de 2011

O VALE muito bem representado



O Vale do Paraiba está muito bem representado no cenario hip hop atual, Dentre os valepaibanos na cena, um dos que mais vem se destacando é o Mc Axl. Local do vale do paraiba mais precisamente da cidade de Jacarei, vem se destacando desde 2010 quando fechou parceria com o selo Laboratorio Fantasma cujo o dono é nada mais nada menos que EMICIDA. De lá pra cá, Mc Axl. vem se destacando bastante, no começo do ano lançou o clipe É Noiz, da mixtape Caos Pessoal e agora vem lançando seu segundo clipe da mesma mixtape intitulado Ela Ainda Me Faz, que retrata uma historia romantica. A qualidade do clipe chama muita atenção e principlamente o modo em que o roteiro do clipe se desenrola ao decorrer da musica com cenarios tipicos do vale que todo morador daqui conheçe (ex: as montanhas de fundo e o clima aparentemente fresco.) É um prato cheio para os amantes de RAP romantico, que nos faz refletr sobre nossas desilusões amorosas mas então chega de delongas a vamos ao que interessa tá ai o clipe pra vocês confiram abaixo.



segunda-feira, 25 de abril de 2011

Ao Hip Hop

Isso não pode se perder - Emicida

Já fomos calça de helanca e listra
E festivais no Jardim Hebron, mó banca sinistra
Sem nome na lista ou pose de popstar
Pronto pro racha, aí os b-boy aqui está
Sete, oito, quantos são? (Sei, não)
Levar pra frente do baile um freestyle de fundo de buzão
Com box de favela, sessões de grafite, depois tinha um pão com mortadela
E o boné pintado à mão com guache, de praxe, (É quente!)
Um boot com solado descolado, (Literalmente!)
Xerocar, fazer à mão, espalhar cartaz
Deu a mesma satisfação de sair em tantos jornais, (Ou mais!)
Ser útil em causas sociais
Salvar aliados ou cumprir demandas de mercado
Saudade do jogo verdadeiro
Não dessa corrida de falador gritando que faz dinheiro
Eu?

Refrão:

Vou te falar, lembra (Lembra!)
De tudo que conseguimos ser (Tudo!)
Casos pra contar, rir e chorar
Isso não pode se perder (Jamais!)
Independente do caminho diretriz (É!)
Ser frutos ligados à raiz (Aí)
É o que nos fará vencer
Isso não pode se perder, em você.

Hey rap, a gente pode ganhar um milhão
Desde que o que dê a direção seja nosso coração, irmão
Fomos toca com papelão
Hip-Hop em ação, sem toda essa falação
Esse negócio de todo mundo ser homem de negócio
Serviu pros ego inflar e camuflar o ócio
Muito rei pra pouco trono
Porque a cultura aqui é uma criança e ninguém notou o abandono
Cadê a disciplina, respeito pelas mina
Ser um elo entre as ruas, tipo as esquinas
Como a cidade, trago faixas pra pedestre
Se as cerimônias são escassas, imagina os mestres
Falta moleque matar aula pra ir na galeria
Ver roupa, cap, sentir a magia
E cumprir o papel
Raps hoje são pra descer até o chão, os meus são pra subir até o céu

Refrão

Viver disso, tem nada haver com viver isso
Parece que a crença tomou chá de sumiço
Pan, ninguém mais é fã
Ah, de tempos pra cá
A frieza da razão mostrou seu dom de espantar
Quem crê, a todo instante, é tirado de Zé
A fumaça dos blunt sufocou nossa fé
Os scratch arrepiam toda vez, djow
Grana é importante, mas por que cê fez o primeiro show?
Alegria de tá ali, gritar pro MC que derruba o outro como Muhammad Ali
Pulando catraca na central
O rap salvou mais moleque que qualquer projeto social
Sem internet, o nóiz na fita real-mente
Fazendo vaca pra comprar um cachorro quente
Por minha gente, na corrida
Pois meu maior cachê ainda é ouvir
Tio, essa rima é minha vida?

domingo, 24 de abril de 2011

Pra começo de conversa....

Salve Salve amigos,
este Blog não será escrito com linguagem formal, pois este será tratado como um diário, meu e de alguns amigos que colocarão aqui suas opiniões sobre a nossa vida.
E como vocês não nos conhece, nossa vida é a Cultura Hip Hop, tudo que escreveremos aqui será em prol da nossa cultura, pois o meu sonho e sonho de muitos de meus amigos, é ver o fim do preconceito, não só a discriminação da nossa cultura, mas sim, todo tipo de preconceito existente no planeta Terra.
"Não devemos jamais julgar um livro pela capa, pois seu conteúdo pode ser muito mais interessante do que uma mera embalagem enfeitada ou não." BU
Valeu.